Comunicação
"Rádio peão": do chão às estrelas, do tático para o estratégico!
Claudemir Bertuolo
Em Comunicação Empresarial, especificamente na comunicação interna
voltada
aos
funcionários da organização, nos deparamos com a chamada "rádio peão".
Alguns profissionais da área de comunicação a vêem como uma grande
inimiga, outros como um mal sem fim e outros preferem pensá-la como
sendo uma lenda. O fato é que ela funciona perfeitamente no dia-a-dia de
muitas empresas independente da opinião dos seus executivos.
Na prática sabemos o que é uma "rádio peão", mas é possível teorizar sobre ela? Entendemos que sim e esta é a nossa proposta aqui. Ainda que de maneira rápida, pretendemos apontar alguns pontos para reflexão desta ação com a finalidade de projetá-la, justificá-la e/ou revisá-la.
Pensando o objeto é necessário definir o que é uma "rádio peão". De uma maneira simplista podemos entendê-la como as manifestações comunicacionais não controladas que correm pelo caminho da informalidade dentro das organizações. Pensemos agora na definição a partir das palavras. O substantivo feminino "rádio" significa a entidade na qual transita todo e qualquer discurso. O adjetivo "peão" carrega implicitamente um pré-conceito provavelmente acrescentado para descaracterizar a entidade já que "peão" está ligado a "chão de fábrica", "serviçal" e "pessoa sem instrução". Assim, "rádio peão" traduzida ao pé-da-letra significa os discursos manifestados por funcionários incultos do baixo escalão. Se isso algum dia o fora verdade, hoje sabemos que não tem validade alguma pois os discursos correm por toda teia organizacional, via comunicação intrapessoal e o moderno correio eletrônico, do chão de fábrica ao céu de brigadeiro da alta administração.
Embora o termo "rádio peão" esteja consumado, apresentamos uma opção em tempos modernos: "boato organizacional". Boato todos sabemos bem o que é, ou por vítima, ou por participação ativa na sua disseminação, ou pela escuta. Para ampliar o conceito tomamos de ORLANDI (2001, p. 135) algumas considerações sobre boato: "é um fato substantivo da história, fato de sua relação com o silêncio"; "produz um efeito de verdade a partir de palavras não asseveradas"(:136); existe onde "há disputa pelo sentido" (:142) e não há "um responsável do dizer, mas uma figura fantasmática que toma o lugar de sua responsabilidade. Desde que se manifesta um autor socialmente visível o boato não é mais boato"(:137).
Vemos aqui o boato organizacional como a saída para o silêncio da comunicação formal. Silenciar sobre um assunto não significa eliminá-lo, a comunicação -discursos e sentidos - busca o seu curso, ainda que à margem. Cabe aos profissionais responsáveis pela comunicação criar canais para dar voz e vez aos funcionários e evitar que falas com toda sorte de acréscimos e entendimentos se tornem verdades.
Na "disputa pelo sentido"(:142) a empresa perde porque é uma contra muitos e o que é pior, com diversos sentidos. Alguns profissionais da área de comunicação aliados a gerentes que nada entendem de pessoas, buscam a qualquer custo responsáveis pelo dizer. Ignoram que o sujeito, por princípio, é fantasmático, que a locução é audível mas é pirata. O identificável é que, independente do locutor (sindicatos, líderes oposicionistas, funcionários, ongs etc), é um dizer que surge do silêncio. Quem silencia, cala, consente e sente!
Não podemos deixar de registrar no entanto, os dizeres plantados. Optamos por "dizeres" no lugar do "boato" porque como diz ORLANDI ao ser identificado o "boato não é mais boato"(:137). Esses dizeres correm com ar de desautorizados mas tem fonte conhecida, profissionais (??!!) de comunicação e (in)gerentes que "plantam" a informação em alguns "laranjas" e esses, loucos por demonstrarem que são "amigos do rei" reproduzem o discurso. São informações sobre demissões principalmente e outras reduções mesquinhas, que têm como finalidade desestabilizar o grupo (e depois dá-lhes treinamento sobre trabalho em equipe!) e evitar reclamações e/ou reivindicações.
Outra questão a ser levantada é sobre o sujeito. Quem são os sujeitos e porquê eles atuam? Os sujeitos são os funcionários que, como dissemos, não encontram nos canais formais de comunicação maneiras de manifestação e não se sentem seguros para emitirem opiniões ou discutir questões por verem a possibilidade de retaliação por parte da empresa. Encontramos também no "boato organizacional" funcionários escondidos por vergonha de manifestar-se.
Quais as implicações do boato na vida organizacional? É possível afirmar que o maior problema é a desmotivação e um funcionário desmotivado pode representar queda na produtividade (a demanda está em alta mesmo!), maior número de acidentes de trabalho (não sabem usar os "EPIs"!), produtos com defeito (dá-lhes treinamento sobre qualidade!), divulgação negativa (haja verba para trabalhar a imagem!), rotatividade (tem gente boa no mercado!) entre tantas outras implicações que refletem diretamente nos resultados da empresa.
A solução? Podemos dizer que é imprescindível pensar a comunicação de uma maneira democrática, participativa. Nesse sentido, entender o "boato organizacional" como a necessidade de estreitar a relação empresa-funcionário, ao contrário de apenas mal dize-lo e criar canais de comunicação que possam atender aos vários públicos internos: produção, administração de nível médio, alta administração etc. Em tempos de alta tecnologia e globalização a solução pode estar no óbvio: comunicação intrapessoal, através de gerências com competência e habilidades para liderar pessoas. Por fim recorremos a BUENO (2003, p. 13), é preciso pensar a Comunicação Empresarial de forma estratégica, respaldada "em bancos de dados inteligentes, em um conhecimento mais profundo dos seus públicos de interesse, dos canais de comunicação", apoiando-se "em metodologias, em pesquisas," e "na necessidade imperiosa de dotar a Comunicação de um novo perfil: a passagem do tático para o estratégico" (:15).
Bibliografia
BUENO, Wilson da Costa. Comunicação empresarial: teoria e pesquisa. Barueri, SP: Manole, 2003.
ORLANDI, Eni Puccinelli. Discurso e Texto: formação e circulação dos sentidos. Campinas, SP: Pontes, 2001.
Link : http://www.comtexto.com.br/2convicomcciRadioPeaoClaudemirBertuolo.htm
quarta-feira, 16 de março de 2011
quinta-feira, 10 de março de 2011
James Parkinson(1755-1824)
James Parkinson
Médico e paleontologista inglês, nasceu a 11 de abril de 1755, em Londres, e morreu a 21 de dezembro de 1824. Fundou a Sociedade de Geologia de Londres e publicou Organic Remains of a Former World, um tratado de referência sobre paleontologia.
Descreveu pela primeira vez, no seu Essay on Shaking Palsy, em 1817, uma doença da idade adulta, de evolução lenta, mais frequente no homem do que na mulher, a que chamou na altura "paralisia agitante". Rebatizada, em sua homenagem, "doença de Parkinson" em 1875, pelo neurologista francês Jean Martin Charcot, trata-se de uma doença provocada por lesões degenerativas ao nível das estruturas cerebrais.
O MAL DE PARKINSON E A PSICOLOGIA
Fatores emocionais são uma parte importante da síndrome de Parkinson. Os efeitos traumáticos da doença podem gerar uma grande confusão e ansiedade.
Esperamos que este capítulo seja de valia tanto para os pacientes do Mal de Parkinson quanto para seus familiares, já que ajustes na casa são necessários como parte do programa de tratamento do Mal de Parkinson.
A importância da atitude (comportamento)
Um diagnóstico do Mal de Parkinson é um acontecimento sério na vida de uma pessoa. O modo como o paciente interpreta o fato é muito importante. Disso vai depender a maneira como ele se sente e o que ele faz. Naturalmente, os sentimentos do paciente também afetarão familiares e amigos.
O Mal de Parkinson é basicamente físico, mas a mente também pode ser afetada. O Mal de Parkinson exige que o paciente aprenda a lidar com ele mentalmente assim como fisicamente. A maior parte dos pacientes de Parkinson mantém a capacidade de gozar a vida por longos períodos de tempo.
Comportamento nos estágios iniciais
Por serem normalmente muito leves, os sintomas do Mal de Parkinson podem passar despercebidos nos estágios iniciais. Pode haver tremor no polegar, que vem e vai, ou uma sensação de tremor interno, ou a escrita pode ficar pequena.
Mas, mesmo aqueles que reconhecem sintomas iniciais e procuram ajuda, podem ter suas preocupações descartadas por médicos que não conseguem diagnosticar a presença do Mal de Parkinson num estado inicial.
Muitas pessoas relatam que o diagnóstico do Mal de Parkinson em estágio inicial não foi percebido durante consultas em centros de diagnose excelentes e muito famosos. Não foi por culpa dos médicos. Os sinais da doença eram apenas leves demais para um diagnóstico preciso.
Naturalmente, os diagnósticos não são percebidos na maioria das vezes, quando os sintomas não aparecem externamente. Tremores internos não são prontamente observáveis. Pessoas nestas condições são freqüentemente diagnosticadas como neuróticas. Normalmente lhes dão tranqüilizantes e lhes recomendam psicoterapia.
Por outro lado, há pessoas que percebem tremor em si e acreditam ter o Mal de Parkinson, mas ao ir ao medico, descobrem que não.
Estas pessoas podem sofrer de algum outro mal que, de alguma maneira, se assemelham ao Mal de Parkinson. Algumas drogas, por exemplo, produzem efeitos colaterais, que se parecem com sintomas dele.
Pessoas que ignoram seus sintomas podem adiar o reconhecimento de que portam o Mal de Parkinson. Quando o diagnóstico é feito, eles ficam surpresos de como puderam deixar de perceber sua condição até serem forçados a faze-lo.
Em um caso, por exemplo, a doença, num estágio facilmente reconhecível, foi diagnosticada à distância por um médico que, jogando golfe, observou a passada rápida e o andar arrastado de um jogador.
_"Você tem o Mal de Parkinson", ele disse. O homem ficou chocado.
_"Como você sabe?" Ele não havia percebido as enormes mudanças em sua postura e seus movimentos.
Vários pacientes relatam que pessoas observam e comentam que seus braços não balançam, mas ficam duros dos lados quando andam. Isso é bem típico no Mal de Parkinson.
Adaptações necessárias
Se o diagnóstico for feito logo, no caso das pessoas que prestam atenção a problemas físicos minoritários imediatamente, ou muito tarde, no caso daqueles que ignoram mesmo os sintomas mais sérios, torna0se sempre necessário adaptar-se à doença.
Aqueles que aceitam sua condição e procuram informar-se são capazes de melhor programar sua existência com a doença, inteligentemente.
Os que tentam escondê-la das pessoas à sua volta e até de si mesmos enfrentam uma longa série de episódios mentalmente dolorosos.
Em tais circunstâncias, a luta para negar o que está realmente acontecendo pode produzir anos de tensão e ansiedade.
A maneira como o indivíduo rege ao diagnóstico de Mal de Parkinson depende, em grande parte, da maneira como ele encarava a vida antes da doença.
É importante reconhecer, contudo, que o Mal de Parkinson é uma experiência singular. Não se pode reagir a ele como se fosse um problema minoritário. Ele não desaparece e pé provável que piore com o tempo.
Ao passo que alguns casos progridem extremamente devagar, outros se tornam severos muito rapidamente. Caso algum pode ser previsto com antecedência. O que quer que aconteça, o paciente do Mal de Parkinson precisa aceita-lo como parte de sua vida.
Principais tipos de adaptação
Algumas vezes é difícil evitar focalizar o elemento desastre do Mal de Parkinson. Mas isso causa mais dor emocional e pode intensificar os próprios sintomas.
Tanto quanto possível, concentrar-se no lado positivo da vida, adotar a postura "eu vou fazer o melhor que puder" ajudará o paciente.
Muitos pacientes de Parkinson acham que suas vidas ainda são agradáveis, apesar da doença não deixa-los agir do modo que agiam antes.
É muito importante que parentes chegados entendam isto, porque sua postura e reações freqüentemente influenciam o doente.
Uma postura positiva e de aceitação por parte do cônjuge do paciente e de outros membros da família e amigos pode ajudar a manter um espírito de bem-estar e aliviar muitos dos medos e ansiedades que podem acometer o paciente de Parkinson.
Postura sobre informações
Pacientes de Parkinson geralmente têm uma dentre três posturas a respeito de obter informações sobre a doença.
Primeiro a postura de não querer saber sobre a doença de maneira nenhuma, tentando não ter nada a ver com ela, encobrindo-a. Há um esforço para negar que ela existe.
Segundo, a atitude de deixar as coisas correrem, não tentar encobrir, mas também não tentar fazer algo positivo, apenas aceitando as coisas como elas vêm.
A terceira atitude é tentar obter todas as informações possíveis, consultar, planejar de antemão.
Um exemplo da primeira atitude pode ser a pessoa que no seu trabalho descobre que sua escrita está diminuindo, ou que não consegue preencher formulários como costumava. Um homem, um superintendente de uma usina siderúrgica, se aposentou um ou dois anos antes do que seria necessário, porque estava envergonhado de não poder preencher formulários.
Um outro homem também reagiu tragicamente ao saber que tinha o Mal de Parkinson. Um mecânico de aviões achou que seu sustento estava em perigo e tentou escapar negando e escondendo sua condição. Ele não permitia nem mesmo que sua esposa ou seus filhos mencionassem a palavra "Parkinson" em sua presença. Logo em seguida, ele entrou numa depressão muito profunda, pela qual teve que ser hospitalizado.
Somente depois do médico dizer a ele, "Você tem que encarar o fato de que você tem o Mal de Parkinson", ele começou a se reerguer. A partir de então, ele, sua esposa e família começaram a falar sobre isto.
Estes casos ilustram o quão importante é a postura, quando se lida com uma doença séria como o Mal de Parkinson. Negar o fato o impede de tirar o melhor proveito.
A postura de "não fazer nada e aceitar as coisas como elas vêm" pode prejudicar o paciente a longo prazo. Ele pode levar a situações em que informações importantes são obtidas tarde demais ou atitudes são obtidas tarde demais ou atitudes são adiadas por tempo demais.
Os pacientes de Parkinson precisam ser incentivados a obter as informações que eles necessitam para planejar e adaptar-se da melhor maneira possível.
quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011
Ana Maria Bock - A Psicologia e as Psicologias
A PSICOLOGIA OU AS PSICOLOGIAS
CIÊNCIA E SENSO COMUM
Quantas vezes, no nosso dia-a-dia, ouvimos o termo psicologia? Qualquer um entende um pouco dela. Poderíamos até mesmo dizer que "de psicólogo e de louco todo mundo tem um pouco". O dito popular não é bem este ("de que médico e de louco todo mundo tem um pouco"), mas parece servir aqui perfeitamente. As pessoas em geral têm a "sua psicologia". Usamos o termo psicologia, no nosso cotidiano, com vários sentidos. Por exemplo, quando falamos do poder de persuasão do vendedor, dizemos que ele usa de "psicologia" para vender seu produto; quando nos referimos à jovem estudante que usa seu poder de sedução para atrair o rapaz, falamos que ela usa de "psicologia"; e quando procuramos aquele amigo, que está sempre disposto a ouvir nossos problemas, dizemos que ele tem "psicologia" para entender as pessoas. Será essa a psicologia dos psicólogos? Certamente não. Essa psicologia, usada no cotidiano pelas pessoas em geral, é denominada de psicologia do senso comum. Mas nem por isso deixa de ser uma psicologia. O que estamos querendo dizer é que as pessoas, normalmente, têm um domínio, mesmo que pequeno e superficial, do conhecimento acumulado pela Psicologia científica, o que lhes permite explicar ou compreender seus problemas cotidianos de um ponto de vista psicológico. É a Psicologia científica que pretendemos apresentar a você. Mas, antes de iniciarmos o seu estudo, faremos uma exposição da relação ciência/senso comum; depois falaremos mais detalhadamente sobre ciência e, assim, esperamos que você compreenda melhor a Psicologia científica.
Quer saber como iniciar sua terapia psicológia online?
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quinta-feira, 23 de setembro de 2010
Projeto Músical - emunys
Este Projeto destina-se ao louvor a Deus com a pespectiva de fazer o trabalho voluntário para ajuda social e
religiosa, com o alvo de levar Jesus para as pessoas no tempo presente.
Com esse objetivo é que estou selecionando para cada vóz dois nipes para a devida formação que em curto prazo ira fazer apresentações mistas em seus devidos lugares para o avançodo advento.
Em um estilo popular e também black e o soul de uma maneira inovadora e diferênciada para os que também além do comprometimento com a obra de Deus querem aprimorar e ter bons rendimentos na área da música gospel.
O que será avaliado na seleção:
Espiritualidade
Postura de Apresentação
Boa percepção auditiva
Afinação
Os itens acima são de gênero eliminatórios pois precisamos trabalhar com pessoas abeis capazes de se colocarem a disposição do Espirito Santo como instrumentos para a pregação do evangelho.
Contatos:
71 3312-0321
71 8168-7465
Twitter: http://twitter.com/emunys
Blog: http://emunys-cant.blogspot.com/
MSN: emunys@hotmail.com
Orkut: emunys@gmail.com
Que Deus abençoe a todos que forem tocados pelo Espirito Santo para essa obra.
sexta-feira, 17 de setembro de 2010
Todos se demoram pra apenas olha para o lado, vivem consequentemente desafiando a si mesmo para serem notados mas na verdade vivem ao lado da escuridão do pesar, esta perto quase se tornou uma esquisitisse ou caroxinha.Viver e estar ao lado é muito comum todos adoram ter algo que requentando possa trazer o aconxego e que expresso pode de uma maneira sorrateira agradecer de forma egoista sem precisar levantar seus estimulos preguiçosos.
Salvo os pinguins que nem mesmo podem abraçar mas pôr si só em um ato fantastico aglomeram-se fazendo assim algo que poderia estimular o ser humano, e então passam o periodo de inverno ao menos saber quem estar do seu lado ou se quer saber a diferênça o mais importante é manter a todos no mesmo lugar, no mesmo ambiente para que assim o aquecer possa ser o alimento deles para quem sabe a sobrevivência.Esperar quase sempre se torna o martirio para alguns que acham ter seu tempo esgotado pelas suas faculdades que os deixa tão preso que nem um vento poderia tira-los do seu foco.
As tendências para tal caracteristicas resultam em um mundo globalizado cheio de situações que a cada minuto e segundo os tira de mais perto e que mais tarde vai se tranformando e um vegetativo modo se viver, que apenas da razão ao seu eu e que tantas vezes deixou de ver a brisa e sol quentinho do amanhecer.Sentir o som dos passaros cantando, poder respirar mais alguns minutos além do normal, poder pensar em uma ação que no normal poderia ser deixadas em poucos segundos,assim o mundo tem feitos pessoas virarem os processos da sua criação e obstruidos pela animação design e qualidade, fazem pensar ser os unicos da terra sem precisar de algo no que se diz respeito no pensamento deles " a velha e engenhosa vontade de ajuda " .
No tocante ademais de quaisquer coisa somos aquilo que projetamos ser e simplimente poderemos ser melhor se quisermos estender a mão para o obvil, para o que esta ao nosso alcance e que no normal deixamos ser a ultima coisa ou o objeto sem muito valor que depois é deixado no porão de nossa casa.A unidade sempre foi a criação mais perfeita e inteligente em toda a criação, podemos através dessa arma munda valores, posições o mundo etc... Mas ante a todos esses conclusivos acionista da razão, o Senhor alto e sublime Jesus pode dar a quem quiser viver e beber dessa fonte inesgotavel do amor que munda toda uma vida sem precisar carro, casa lugar, hora ou cor.
A hora é agora de mudar só basta estender também a mão!
De:Alan o "emunys"
terça-feira, 1 de junho de 2010
Uma nova estrela na Música Adventista
De salvador Caliana Carolina vive o grande sonho de ver seu trabalho registrados
nas canções que começou trajetória de seu repertório.
nas canções que começou trajetória de seu repertório.
sexta-feira, 28 de maio de 2010
Intemperança ou Eternidade
Você ofereceria a cerveja sem álcool a Jesus?
II. O álcool hoje
Há cristãos que não ingerem bebidas alcoólicas mas tomam cerveja sem álcool. Você sabia que as empresas produtoras de cerveja estão isentas por lei de declarar nas embalagens a quantidade de álcool presente nessas cervejas se o teor alcoólico for menor que 0,5 % em volume?13
Um universitário, autor da monografia “Processamento de Cerveja Sem Álcool”, comenta: “O fermento para a fabricação de cerveja sem álcool, antes de ser dosado no mosto, deve primeiramente passar por uma lavagem, para extração do álcool remanescente na célula da levedura. A fermentação para cerveja sem álcool procede normalmente no começo, até atingir a faixa de 0,35 % de álcool no mosto, que é a hora certa para interromper a fermentação abrindo o frio do tanque. Com a redução da temperatura o fermento perde parte de sua atividade, mas ainda continua fermentando, fazendo com que, até a sua retirada, o teor alcoólico chegue a 0,5 %.” 14
A preocupação de empresas que produzem alimentos e bebidas lesivas ao nosso corpo e mente não é ligada ao desejo de promover saúde, mas lucrar.
Em sua monografia, a conclusão de Érico é a seguinte: “Apesar de a cerveja sem álcool ter propriedades físicoquímicos e sensoriais diferentes das tradicionais, os processos tecnológicos empregados na fabricação são basicamente os mesmos da cerveja comum. A principal etapa a ser controlada é a fermentação para evitar a produção de álcool acima de 0,5 %. E o principal cuidado na parte sensorial é o teor de amargor que deve ser mais acentuado na cerveja sem álcool, o que se consegue com a dosagem maior de lúpulo durante a fabricação. Quanto mais suave é o paladar da cerveja, mais complexo é o processo tecnológico empregado em sua fabricação. A maioria das empresas utiliza a tecnologia de fermentação interrompida devido à praticidade e baixo custo desse processo.”15 “Apesar do conteúdo baixo de álcool, certamente não é recomendável oferecer cerveja sem álcool às crianças. Isso poderia produzir um condicionamento ao sabor da cerveja, facilitando-lhes ultrapassar o umbral do uso de cerveja com álcool.”16
Entretanto, o mais importante para nós, cristãos, quanto ao consumo ou não da cerveja sem álcool, não creio ser a presença ou ausência de qual quantidade alcóolica nessa bebida, mas a possível obsessão por ela. Obsessão é intemperança e, espiritualmente, é como um ídolo que nos separa de Deus. Você ofereceria a Jesus uma lata de cerveja sem álcool dizendo: “Pode tomar, Senhor, pois é sem álcool!”? A liberdade em Jesus Cristo nos livra de quaisquer obsessões.
Se você quer ser temperante o seja na realidade, repasse isso pros seus amigos! um bom dia, Deus esteja com todos!
II. O álcool hoje
Há cristãos que não ingerem bebidas alcoólicas mas tomam cerveja sem álcool. Você sabia que as empresas produtoras de cerveja estão isentas por lei de declarar nas embalagens a quantidade de álcool presente nessas cervejas se o teor alcoólico for menor que 0,5 % em volume?13
Um universitário, autor da monografia “Processamento de Cerveja Sem Álcool”, comenta: “O fermento para a fabricação de cerveja sem álcool, antes de ser dosado no mosto, deve primeiramente passar por uma lavagem, para extração do álcool remanescente na célula da levedura. A fermentação para cerveja sem álcool procede normalmente no começo, até atingir a faixa de 0,35 % de álcool no mosto, que é a hora certa para interromper a fermentação abrindo o frio do tanque. Com a redução da temperatura o fermento perde parte de sua atividade, mas ainda continua fermentando, fazendo com que, até a sua retirada, o teor alcoólico chegue a 0,5 %.” 14
A preocupação de empresas que produzem alimentos e bebidas lesivas ao nosso corpo e mente não é ligada ao desejo de promover saúde, mas lucrar.
Em sua monografia, a conclusão de Érico é a seguinte: “Apesar de a cerveja sem álcool ter propriedades físicoquímicos e sensoriais diferentes das tradicionais, os processos tecnológicos empregados na fabricação são basicamente os mesmos da cerveja comum. A principal etapa a ser controlada é a fermentação para evitar a produção de álcool acima de 0,5 %. E o principal cuidado na parte sensorial é o teor de amargor que deve ser mais acentuado na cerveja sem álcool, o que se consegue com a dosagem maior de lúpulo durante a fabricação. Quanto mais suave é o paladar da cerveja, mais complexo é o processo tecnológico empregado em sua fabricação. A maioria das empresas utiliza a tecnologia de fermentação interrompida devido à praticidade e baixo custo desse processo.”15 “Apesar do conteúdo baixo de álcool, certamente não é recomendável oferecer cerveja sem álcool às crianças. Isso poderia produzir um condicionamento ao sabor da cerveja, facilitando-lhes ultrapassar o umbral do uso de cerveja com álcool.”16
Entretanto, o mais importante para nós, cristãos, quanto ao consumo ou não da cerveja sem álcool, não creio ser a presença ou ausência de qual quantidade alcóolica nessa bebida, mas a possível obsessão por ela. Obsessão é intemperança e, espiritualmente, é como um ídolo que nos separa de Deus. Você ofereceria a Jesus uma lata de cerveja sem álcool dizendo: “Pode tomar, Senhor, pois é sem álcool!”? A liberdade em Jesus Cristo nos livra de quaisquer obsessões.
Se você quer ser temperante o seja na realidade, repasse isso pros seus amigos! um bom dia, Deus esteja com todos!
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